quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Com os teus lábios, calaste as palavras que te ia oferecer e que a partir daquele momento se tornaram absolutamente dispensáveis.
Ensinei-te como se dá e tu mostraste-me o que é compreensão.
E ali ficámos, para sempre.
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Desafio do "Bicho ruim"
• colocar uma foto nossa
• escolher um artista ou banda preferida
• responder às questões com títulos das canções do artista ou banda escolhido
• desafiar mais 4 pessoas
Ora assim sendo, aqui vai:
Quanto à foto, estamos conversados.
A banda de eleição não será, naturalmente, nenhuma surpresa: Muse.
E posto isto, siga com o questionário:
a) És homem ou mulher? Plug In baby
b) Descreve-te: Sing for Absolution
c) O que é que as pessoas pensam de ti? Map Of The Problematique
d) Como descreves o teu último relacionamento? Muscle Museum
e) Descreve o estado actual da tua relação. Invincible
f) Onde querias estar agora? Map of your head
g) O que pensas a respeito do AMOR? Unintended
h) Como é a tua vida? Butterflies and Hurricanes
i) O que pedirias se pudesses ter um só desejo? Bliss
j) Escreve uma frase sábia. Please, Please, Please Let Me Get What I Want
Passemos, então, à fase mais difícil que é a de desafiar 4 pessoas... é que, apesar de eu gostar muito muito de "blogar", não tenho assim muitos amigos que se dediquem a isto!
De qualquer das formas, fica aqui uma tentativa:
D.
Vá lá a veri!:)
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
O Paolo
Tive oportunidade de assistir à apresentação do livro pelo próprio há umas semanas no IIC de Lisboa. É um sujeito muito discreto (apesar de muito bem parecido) que mal se conseguia ouvir em virtude de falar baixíssimo.O livro lê-se de uma assentada. E sim, é de facto brilhante como aos 26 anos se consegue tecer uma história como esta.
Não conto pormenores para não estragar o prazer da leitura mas recomendo vivamente.
O próximo passo será lê-lo em italiano.
PS - Quando tiver um bocadinho mais de coragem, talvez escreva eu sobre como me tenho sentido nos últimos tempos.
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
LN
As datas importantes não têm necessariamente que ser aquelas que estão institucionalizadas. Não vale mais o dia em que faz anos que nascemos; começámos a trabalhar; acabámos o curso ou iniciámos uma relação, do que um outro dia qualquer que decidimos tornar de especial memória.
Há um ano atrás, não se dormiu na tentativa adolescente de prolongar as horas, os minutos e os segundos a dois. E aprendeu-se o que é partilhar.
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
PT/HUC
Há uns anos atrás, o telefone tocou em casa dos meus pais. Não me lembro do mês certo em que aconteceu, nem do dia, nem da hora. Calculo agora que tenha sido pelo final da tarde.
Era um telegrama para mim. Coisa que nunca me tinha acontecido. Claro que o meu paizinho, fez favor de dizer à senhora telefonista que, se era urgente, lhe podia transmitir a ele que depois me comunicaria.
A tal urgência era um convite para jantar e cinema. Fiquei muda. A rebentar de felicidade por dentro, mas incapaz de dizer que sim. Incapaz de soltar uma palavra. De fazer fosse o que fosse.
Estupidamente, não dei qualquer resposta. Nem o "sim", como estava morta por dizer, nem o "não" como sentia obrigada a responder. Nunca me esqueci desse dia.
Há minutos, perdida no meio de resmas de papéis, com a hora de almoço a ser preenchida por trabalhos em atraso, o fax ali na copa apitou.
O segundo telegrama em toda a minha vida. Não é um convite, mas vale muito mais do que isso.
Hoje fala-se de certezas.
Como é que eu me sinto?
:)
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Das várias formas de ingenuidade...
Se estivesse a escrever alguma peça para tribunal, seria assim que identificaria o assunto antes de começar a articular: "Das várias formas de ingenuidade". E depois continuaria por pontos. Fria e racionalmente. Mas não estou, por isso, vai mesmo assim.
Sou perita em todas as formas de ingenuidade. Escolham uma forma e eu domino. Sem haver quem me possa colocar em perigo de perder o lugar no pódio.
Sou perita em acreditar demasiado nas pessoas. Achar tudo perfeito ou a caminho da perfeição. Lembro-me que, há uns tempos atrás, quando fechei de vez uma porta que mantive demasiado tempo aberta, me disseram que um dos meus traços mais visíveis era ver a vida de forma cor de rosa. Na altura, ainda que tivesse concordado com a observação, pensei que me ia ser mais difícil voltar a encarar o mundo com a mesma perspectiva sonhadora, do que efectivamente foi.
No fundo, a experiência de vida (por muito pouca que fosse) já me havia ensinado que poucos são os desgosto dos quais não se recupera. Demore mais ou menos tempo, as coisas entram nos eixos novamente.
Confirmei isso mesmo. As angústias que sentia foram passando e deram lugar à mesma L. de sempre. Sonhadora, apaixonada, capaz de se entregar sem reservas.
Fiquei contente por isso. Acho sempre que as coisas só valem a pena quando damos tudo de nós. Argumento que, bem ou mal, sinto que sigo quase exclusivamente no amor. O meu grande projecto de vida. Amar sem reservas e ser amada de igual forma. Amar daquela maneira que leva a não impor barreiras. A partilhar tudo e querer que tudo na outra pessoa nos pertença um bocadinho.
Talvez por isso; por me guiar por estes ideais, quaisquer desilusões que apanhe sejam tão amargas e causem, invariavelmente, aquela dor fininha que dilacera o peito e dificulta a respiração.
Olaré.
domingo, fevereiro 08, 2009
Bando sonora do dia
Love strikes without a warning
I've lost control
My life's freefalling
Into new worlds
Born free the jail is waiting
I hold the key
Freedom's not easy
When the jailer is me
I'm the stranger who fell through time
I'm a stranger to these new highs
I'm a stranger to my old life
Lover this is my calling
Love knows no bounds
Free me I must be breaking
Breaking with sound
Drown me your love is pouring
No fear allowed
Hold me our love is soaring
Way past these clouds
I'm the stranger who fell through time
I'm a stranger to these new highs
I'm a stranger to my old life
Flying or am I falling
Upright or down
Free me been walled in
I'm lost in sound
I've lost control
My life's freefalling
Into new worlds
Born free the jail is waiting
I hold the key
Freedom's not easy
When the jailer is me
I'm the stranger who fell through time
I'm a stranger to these new highs
I'm a stranger to my old life
Lover this is my calling
Love knows no bounds
Free me I must be breaking
Breaking with sound
Drown me your love is pouring
No fear allowed
Hold me our love is soaring
Way past these clouds
I'm the stranger who fell through time
I'm a stranger to these new highs
I'm a stranger to my old life
Flying or am I falling
Upright or down
Free me been walled in
I'm lost in sound
terça-feira, fevereiro 03, 2009
30 anos!

Em cima da minha secretária, logo pela manhã, estava esta surpresa, prendinha da vizinha da frente. :)
"Sinto Muito" de Nuno Lobo Antunes, com prefácio de António Damásio:
" A vida é tempo de parêntesis.
Alma a nu, sentimento despido de pudor.
O amor como razão de ser e de viver."
Acho que vou gostar.
E já agora, parabéns para mim!



