quarta-feira, abril 30, 2008

Deixei tudo por ela...

Obrigada pela jantarada meninas! Sabe tão bem quando estamos juntas que é mesmo uma estupidez andarmos sempre com adiamentos, cancelamentos e alterações de última hora!!!

Amazona, não te escapas do próximo! Nem que tenhas que ir de ambulância! (eu faço de "INEM" ;))


PS- Logo que possível a actualização do post com a foto da praxe. :)

PS2 - Ora aqui está ela!

terça-feira, abril 29, 2008

As primeiras.

Depois de semanas a riscar os dias no calendário, faltam pouco mais de 24 horas. 24 horas que se vão arrastar como os dias até aqui, mas que vão tornar a próxima semana ainda mais especial.

As nossas férias. Finalmente.

segunda-feira, abril 28, 2008

quando as palavras ficam presas...






quinta-feira, abril 24, 2008

VL

Será a primeira vez que volto depois da noite de conversas atrapalhadas, embaraços e silêncios interrompidos por sorrisos parvos. A primeira vez depois do beijo impulsivo à porta de casa.
Hoje vou mais nervosa...

quarta-feira, abril 23, 2008

Apesar de ter demorado quase duas horas a chegar ao escritório (isto depois de ter "caído" da cama uns minutos antes das sete), e de ter passado o caminho todo a stressar porque era suposto chegar mais cedo, a verdade é que quando cheguei ao Viaduto Duarte Pacheco, e me deparei com isto, não consegui evitar a sensação de desconforto e angústia que ainda se mantém.
O desespero alheio faz-me também muita confusão.

Agora ninguém me pára (?)



A partir de hoje e durante pelo menos dois meses, os meus dias começam com isto.
Estou para ver se faz algum efeito ou se foi apenas mais uma contribuição para os senhores farmacêuticos, coitadinhos, que precisam tanto.

terça-feira, abril 22, 2008

De quando em vez

... sucedem-se os flashes na minha cabeça.
Flashes de filmes para os quais não comprei bilhete nem sequer fui convidada.
Mania irritante. Insegurança insuportável. Curiosidade para além de mórbida.

Definir #3#

Férias:
s. f.,
(no pl. ) dias de suspensão dos trabalhos oficiais;
(no pl. ) folga;
(no pl. ) descanso, repouso.

Ainda falta tanto para as desejadas...

quinta-feira, abril 17, 2008

Daiiiii!!!!

Agora que encontrei o carregador da máquina fotográfica (cuidadosamente arrumado num bolso da pasta de levar os processos para tribunal), uma nova dúvida me assalta... onde é que meti a máquina?!? :S

terça-feira, abril 15, 2008

Para descomprimir no final do dia...

... continuo entretida com as minhas missangas e colares.
Esta obra de arte em variações de azul é o que acabei ontem à noite ( foto do telemovel, pois continuo sem encontrar o carregador da máquina). Hoje virei-me para os vermelhos...

Ao som desta "senhora".

A Sofia e o João.

A Sofia e o João têm tudo para dar certo.
A Sofia às vezes tem medo.
O João também.
Medo que tudo aconteça depressa demais.
Medo que por qualquer motivo se percam uma outra vez.
Nessas alturas, mostram os lados mais frágeis.
Os sentimentos mais básicos.

Encostam-se à distância e projectam.

E a cada dia que passa tornam-se mais presentes e mais confiantes.
O medo desaparece e dá lugar à certeza e à vontade de construir. Cada vez mais.

Ventos quentes de mudança...

"Numerosas filas de espera formaram-se hoje em frente das lojas de Havana no primeiro dia de venda livre dos telemóveis em Cuba, apesar do preço elevado dos aparelhos e dos serviços, testemunharam jornalistas.
O levantamento da proibição, anunciado a 28 de Março, foi uma das primeiras medidas do novo presidente Raul Castro que prometera acabar com algumas "proibições excessivas" que pesam sobre a sociedade e a economia cubana."

Havana - 14 Abril 2008 - Agência Lusa

segunda-feira, abril 14, 2008

A. sff.

quinta-feira, abril 10, 2008

La prima donna.

Eu sabia que iriamos ser apenas dois naquele café de final de dia.
Peguei em toda a feminilidade que existia na rapariga de calças e blusão de ganga, t-shirt e tennis pretos, e espelhei-a no estampado da saia e no castanho das botas de camurça. Pintei os olhos e os lábios. Olhei para o espelho e fiquei envergonhada... tirei o baton e armei-me com a maior dureza que consegui encontrar.
Inventei desculpas esfarrapadas na tentativa de justificar o olhar constatemente vidrado no telemóvel. Desesperei com o atraso típico, que ainda hoje me custa tolerar. Antes de sair, hesitei. Olhei para os tennis e ansiei pelo conforto assexuado que me ofereciam. No preciso momento em que tomava conta de mim a certeza de que não passava tudo de um disparate, estavas ali.
Nesse dia voltei a ser menina.

quarta-feira, abril 09, 2008

O meu "novo" passatempo

Quando era mais miúda perdia horas a fazer pulseiras e fios de missangas. De todas as cores. Misturadas, com sequência lógica ou mesmo aleatória. Comprava fechos, fio de nylon ou de cabedal e era capaz de passar tardes ou noites inteiras entretida.
Com o passar dos anos, deixei de os fazer e também de usar muitos deles. Conservo com especial carinho uma pulseira multicolor, relativamente étnica, que fiz para usar no pé, quando usava as sandálias de cabedal castanho compradas nos hippies da Baixa de Coimbra.
Há cerca de uma semana, durante a minha hora de almoço, entrei numa daquelas lojinhas versão moderna deste tipo de passatempo: quilos de missangas, peças em osso ou metal, contas em vidro e fios de cabedal de todas as cores. Para meu azar, estava em promoção uma caixa enorme, a abarrotar de peças sortidas. Achei graça e pensei que podia voltar a dedicar-me a isto...
É um bom exercício de paciência e descontrai-me. Já tenho inclusivamente uma "encomenda" para fazer duas pulseirinhas com significado especial.
O pior de tudo é que agora não consigo parar!
Todos os dias me apetece comprar coisas diferentes e nunca fico 100% satisfeita com o resultado final!
Vai daí: faz demancha; faz novamente...
Para verem a gravidade do vício, há bocado, a caminho do italiano, consegui fazer uma pulseira enquanto ia parando nos semáforos...
Ainda faço disto carreira! :)

Ai já já.



Qualquer dia largo tudo e dedico-me a salvar vidas.

Já estive bem mais longe...

terça-feira, abril 08, 2008

1ºandar

À vista - que mesmo num dia cinzento e feio como o de hoje, mantém a beleza - somava uns quantos fofinhos com doce de morango e uma caneca de café com leite quentinho...
Quando chegar a hora, faz de conta que estou aí.

segunda-feira, abril 07, 2008

A.

Nos últimos dias tenho pensado muito no meu avô A..
É um luto inacabado. Uma saudade que por vezes parece sufocar. Lembro-me das expressões que utilizava e que dou por mim a repetir hoje em dia. Dou por mim presa ao espelho a procurar nas minhas feições, os traços da dele que já se perderam. Encontro-as no desenho dos meus lábios grossos, no nariz e nos olhos castanhos. Procuro nas fotografias antigas que fui recolhendo em casa dos meus avós e bisavós, reconstruir e reconhecer os momentos e lugares de que me costumava falar. Lembro-me da manhã em que ele partiu. De estar em Coimbra e receber o telefonema. Dos abraços que recebi naquele dia, das lágrimas desesperadas que chorei com a minha mãe. E da sensação de vazio que cada vez mais sinto quando regresso à casa que me viu crescer.
Tento imaginar a satisfação com que hoje olharia para mim e participaria na minha vida.
Essa é talvez a maior dor de todas; não poder partilhar com ele a alegria que vou sentindo.

O tempo que nos cabe

Desencontros em série. Meus, teus. No tempo, no espaço. Acabaram.

sábado, abril 05, 2008

Cicatrizes feias

Nunca pensei que o meu maior desafio fosse reaprender a confiar.

quinta-feira, abril 03, 2008

6 de Junho!

Ontem, quando vinha para o escritório depois de almoço, na radio anunciavam o regresso dos Muse ao vivo. Afitei a orelha, mas fiquei desiludida com a conversa: afinal era um best of ao vivo...
Hoje acordei ao som do Plug in Baby.
Lembrei-me do concerto no Campo Pequeno e aumentou a vontade de revê-los.
Então não é que, há bocado, no meio do trânsito ouço na radio que afinal os senhores vêm ao Rock in Rio?!?

quarta-feira, abril 02, 2008

Está um dia espectacular...

... para carregar baterias. Ao sol. :)

terça-feira, abril 01, 2008

o TuDo

Não deixa de ser bom querê-lo. Ainda que venha com algum desconforto à mistura. Com demasiadas perguntas e excesso de provocações. Faz parte. Sabe bem saber que, mais que uma probabilidade, é uma certeza cada vez maior. Que provoca amuos e neuras, gargalhadas parvas e momentos ridículos.
É bom, muito bom.