domingo, fevereiro 27, 2011
segunda-feira, fevereiro 21, 2011
A matemática não é, de facto, o meu forte...
... mas ainda sei que 2 mais 2 não são 5.
A presunção intelectual é a que mais me irrita.
domingo, fevereiro 20, 2011
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
É por estas e por outras que, na minha terra, quem queria dançar ia para o rancho folclórico*
O medo de sair da sala novamente com o estômago às voltas era muito. Afinal, todas as pessoas com quem falei invariavelmente disseram: prepara-te!Se calhar por isso não me chocou assim tanto. É duro sim, mas acho que não me vai fazer passar noites a olhar para o tecto.Se a Natalie levar o Óscar será bem merecido.
* de registar que não é o meu caso!
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
É tão fácil dizer que alguém nos desiludiu. Apontar o dedo, criticar, desfiar um rol imenso de ofensas que achamos que nos fizeram, faltas de respeito, quebras de confiança e desapontamentos.
Mas seremos nós capazes de passar o nosso próprio comportamento pelo crivo da desilusão que podemos ser para os outros? Analisar as dores que causámos ou podemos causar com eventuais más escolhas? Com precipitações? Com julgamentos inconsequentes? Seremos nós capazes de interiorizar o falhanço na abordagem aos outros? A falta de correcção? A cobardia? O egoísmo?
Incomoda muito saber que posso magoar quem não merece. Incomoda esta bolha na qual me meti e da qual me custa tanto sair. Das palavras vazias, que não acrescentam nada, apenas aumentam a sensação de desnorte.
Incomoda esta sensação de querer resolver tudo com abraços que parecem surgir como substitutos das palavras que não conseguimos arrancar cá de dentro.
Abraços que procuram iludir os silêncios que nos doem como facadas. Facadas egocêntricas que acima de tudo magoam os outros.
Mas seremos nós capazes de passar o nosso próprio comportamento pelo crivo da desilusão que podemos ser para os outros? Analisar as dores que causámos ou podemos causar com eventuais más escolhas? Com precipitações? Com julgamentos inconsequentes? Seremos nós capazes de interiorizar o falhanço na abordagem aos outros? A falta de correcção? A cobardia? O egoísmo?
Incomoda muito saber que posso magoar quem não merece. Incomoda esta bolha na qual me meti e da qual me custa tanto sair. Das palavras vazias, que não acrescentam nada, apenas aumentam a sensação de desnorte.
Incomoda esta sensação de querer resolver tudo com abraços que parecem surgir como substitutos das palavras que não conseguimos arrancar cá de dentro.
Abraços que procuram iludir os silêncios que nos doem como facadas. Facadas egocêntricas que acima de tudo magoam os outros.
quarta-feira, fevereiro 09, 2011
Biutiful
Daqueles filmes que nos faz sair da sala de estômago embrulhado: pesado, denso e escuro. Estranhei não ter vertido uma lágrima no final, sinal talvez de que estou cada vez mais "pedra".
Ideia contrariada apenas pela melancolia que se instalou hoje... assim tipo efeito pós-traumático.
Só um conselho: escolham muito bem o dia em que vão ver. A digestão poderá não ser fácil.
PS - Javier Bardem: o feio bonito. O talento de sempre.

