quinta-feira, março 27, 2008
quarta-feira, março 26, 2008
Teimosias!
Apesar de ter chegado mais tarde ao escritório, ainda não havia barulho de fundo... que é como quem diz: a "vizinha" da frente ainda não tinha ligado a radio.
Vai daí e aproveitando o raríssimo momento, perguntei se podia meter na RFM (para ser um coisa soft). Tudo bem, sem problemas!
Então e não é que agora, a meio da tarde, a "vizinha" se lembrou de ligar a radio dela??? Com a agravante de a minha continuar igualmente a tocar...
Parece um gabinete de doidos, mas hoje não desisto!
Vai daí e aproveitando o raríssimo momento, perguntei se podia meter na RFM (para ser um coisa soft). Tudo bem, sem problemas!
Então e não é que agora, a meio da tarde, a "vizinha" se lembrou de ligar a radio dela??? Com a agravante de a minha continuar igualmente a tocar...
Parece um gabinete de doidos, mas hoje não desisto!
Enquanto mudam o gás.
A música de fundo é um guilty pleasure antigo, a tocar em repeat.
Ali ao lado, na cozinha alguém anda atarefado de volta da placa e do esquentador, a fazer as adaptações necessárias à instalação do gás natural. Estou atrasada para o trabalho, mas não há nada a fazer. Viver sozinha acarreta estes fretes, que não tenho em quem delegar.
Aproveito o tempo para mandar uns mails e dar uma espreitadela aos blogues do costume.
Lá fora um grupo de homens discute há cerca de meia hora qualquer coisa que, a julgar pelo volume das vozes, deve ser de suprema importância. São os colegas do senhor que anda ali na cozinha e que, à bela maneira "tuga" estão em grupo encostados ao carro, a fumar cigarros de braços cruzados.
Enquanto aqui estou, espartilhada no fato cinzento típico da profissão, passam-me pela cabeça uma série de ideias e projectos. A ideia recorrente de mudar de àrea, fazer uma coisa diferente, com a qual me identifique mais; e os projectos para férias, festivais, filmes, livros, viagens. Um sem número de coisas...
Entretanto sou interrompida pela voz vinda da cozinha:"Senhora, se faz favor!". Deve ser para mim... Um inquérito para preencher. Nota máxima a tudo que eu não gosto de lixar ninguém.
Hoje estava capaz de passar o dia aninhada no sofá a "papar" séries.
terça-feira, março 25, 2008
Mi frulla il cervello #2#
Por vezes, apodera-se de mim um misto de sentimentos. A vontade imensa de partilhar em luta permanente com a necessidade de resguardo que, mais do sentir, me tento impôr. Porque as desilusões doem. E nunca há garantias.
segunda-feira, março 24, 2008
Projectar...
Em pouco mais de quarenta e cinco minutos, desinfectam-se feridas antigas, contemplam-se as cicatrizes e relembram-se as dores que provocaram.
Fala-se com entusiasmo do presente, da necessidade constante de desafio, de confronto e de estímulo.
Fala-se de serenidade como nunca antes.
Fala-se com entusiasmo do presente, da necessidade constante de desafio, de confronto e de estímulo.
Fala-se de serenidade como nunca antes.
quinta-feira, março 20, 2008
quarta-feira, março 19, 2008
segunda-feira, março 17, 2008
Vou respirar devagarinho...
Acho que já comentei isto... mas começa, realmente, a atacar-me o sistema nervoso que a senhora que trabalha à minha frente se lembre de telefonar para algum lado sempre que eu estou igualmente a falar com algum cliente!
É que se falasse baixo, ainda era suportável, mas chiça penico que a mulher consegue falar bem mais alto do que eu!!! Irraaaaa!!!
quinta-feira, março 13, 2008
...
"Aceita o universo
Como to deram os deuses.
Se os deuses te quisessem dar outro
Ter-to-iam dado.
Se há outras matérias e outros mundos -
Haja."
Como to deram os deuses.
Se os deuses te quisessem dar outro
Ter-to-iam dado.
Se há outras matérias e outros mundos -
Haja."
Alberto Caeiro
quarta-feira, março 12, 2008
mesmo mesmo o que me fazia falta...
Há dias assim, em que mal saímos de casa, sentimos aquele frio estúpido na barriga a indiciar que alguma coisa não vai correr bem. A mim, pelo menos costuma acontecer. Feliz ou infelizmente, como diz uma amiga do peito, eu tenho o dom de adivinhar coisas.
Ainda pensei que fosse resultado da noite. Dormi mal, dormi demais. Acordei pouco tempo depois de ter adormecido, com um ataque de pânico ( o 4ª no espaço de uma semana). Fiquei sentada na beirinha da cama, agarrada aos joelhos enquanto o coração batia descompassado e eu tentava mentalmente acalmar-me. Não há palavras para descrever o sufoco. Não há.
Ainda pensei que fosse resultado da noite. Dormi mal, dormi demais. Acordei pouco tempo depois de ter adormecido, com um ataque de pânico ( o 4ª no espaço de uma semana). Fiquei sentada na beirinha da cama, agarrada aos joelhos enquanto o coração batia descompassado e eu tentava mentalmente acalmar-me. Não há palavras para descrever o sufoco. Não há.
Entrei no carro sem vontade de sair dali. Absolutamente contrariada. Enganei-me no caminho várias vezes. Fiz quilómetros escusados. Quando cheguei ao destino, confesso que não ia com muita paciência para fazer o que me tinha ali levado, mas quem me esperava não tinha culpa disso. Esforcei-me por me concentrar.
No regresso apeteceu-me almoçar na Brasileira. Deixei-me estar sentada a apanhar uns raios de sol, totalmente perdida em pensamentos. Como se o Mundo inteiro continuasse a rodar no seu movimento contínuo e eu tivesse ficado presa numa fracção de segundo.
De vez em quando fico assim. É o denominado "amoque".
segunda-feira, março 10, 2008
quinta-feira, março 06, 2008
quarta-feira, março 05, 2008
terça-feira, março 04, 2008
Eu sei que tu sabes...
... que fui porque queria mesmo ir.
Porque queria estar ao teu lado quando despertasses.
Porque não me perdoaria nunca se não estivesse lá.
Sei também que terias feito exactamente o mesmo.
E sabes como isso me toca.
Porque queria estar ao teu lado quando despertasses.
Porque não me perdoaria nunca se não estivesse lá.
Sei também que terias feito exactamente o mesmo.
E sabes como isso me toca.
domingo, março 02, 2008
6ºsent.
Um conselho repetido vezes sem conta.
Mas claro, dependendo do "status" de quem o oferece, pode ou não ser tido em conta.
É lixado, mas não deixa de ser a viding.
Mas claro, dependendo do "status" de quem o oferece, pode ou não ser tido em conta.
É lixado, mas não deixa de ser a viding.
sábado, março 01, 2008
III
Como gostei bastante dos dois primeiros, a expectativa para "Asterix aux Jeux Olympiques" era alguma. Dura quase duas horas e sensivelmente a meio, torna-se um bocadinho maçador. No entanto, gostei bastante do Alain Delon como Júlio César (o charme não se perde com a idade), e das participações especiais. Passando pelo director da Ferrari, pelo Michael Schumacher e pelo Zidane ( entre outros cujo nome desconheço, apesar de lhes conhecer a cara), há momentos muito bem conseguidos.
Para mim, o melhor foi mesmo a "aparição" do arquitecto Numerobis no final. Em meia dúzia de minutos, "rouba" o protagonismo e deixa a sensação de que valeu a pena convencer os meus pais a entrarem numa sala onde a maioria dos espectadores tinham pouco mais de 6 anos!







