quarta-feira, outubro 31, 2007
terça-feira, outubro 30, 2007
É apenas um dos meus pequenos prazeres...
O banho de final de dia.
Música bem alto. Os músculos do pescoço a cederem ao impacto da água bem quente.
O cheiro bom do creme depois do banho. Atirar-me para cima da cama enrolada na toalha e deixar-me estar. Vazia de pensamentos.
Que maravilha!
Música bem alto. Os músculos do pescoço a cederem ao impacto da água bem quente.
O cheiro bom do creme depois do banho. Atirar-me para cima da cama enrolada na toalha e deixar-me estar. Vazia de pensamentos.
Que maravilha!
segunda-feira, outubro 29, 2007
7ª Legião
A minha tia mais nova tem 18 anos de diferença do meu pai. O que faz com que tenha apenas mais nove anos do que eu.
Acompanhei a adolescência dela bem de perto. Os meus avós viviam na rua da Igreja, mesmo perto da escola, e eu passava grande parte do meu tempo lá por casa, à espera que os meus pais me viessem buscar depois do trabalho. Lembro-me de chegar bem cedinho e encontrar a minha tia no quarto a arranjar-se. De a ajudar a escolher os brincos e a roupa.
Quando ela tinha 20/21 anos, eu já era bem senhora do meu nariz. E fui muitas vezes a sua confidente. Quando foi estudar para Coimbra, cada fim-de-semana trazia uma história nova. De saídas à noite, de pessoas que conhecia, de uma grande paixão que teve, de como era viver com amigas.
Acho que foi com ela que ganhei o gosto pela música dos 80's. A-ha. Duran Duran. Belinda Carlisle. George Michael. Spandau Ballet. Tudinho.
De tanto uso, o pobre disco, para além do som manhoso que libertava, já nem assentava como devia ser no prato.
Que saudades...
domingo, outubro 28, 2007
Para todas vocês, apenas uma perguntinha...
Custava assim tanto terem levado o raio do resto do cheesecake????
Até estou enjoada...
Até estou enjoada...
Para além do óbvio
A expressão continua igual. Calma, irónica. Tranquilizadora.
Eu estou diferente. Mais calejada e mais lúcida.
Eu estou diferente. Mais calejada e mais lúcida.
Sentei-me na cadeira e ficámos frente a frente. Olhos nos olhos.
Deixei que as palavras saissem sem rodeios. Sem medo de juízos de valor ou puxões de orelhas. Não houve paternalismo. Não houve hipocrisia.
No final, uma paz que há muito não sentia. Meia dúzia de frases novas na cabeça.
A fragilidade posta de lado. A confirmação do que eu sempre soube. Que é demasiado apurado e que raramente me induz em erro.
Um sorriso de reconhecimento. Pouco para o bem que trouxe. Uma vontade imensa de agradecer, mas não saber como. Talvez a expressão nos meus olhos tenha conseguido transmitir o que não fui capaz de verbalizar quando me levantei e abri a porta.
Fraca, eu? Nunca.
sábado, outubro 27, 2007
Ainda a propósito do ciclo de cinema...
Já não me lembro em que dia da semana isto dava no GNT, mas lembro-me de rir bastante.
Já na altura achava que a Fernanda Torres é uma actriz brutal.
Confirmei isso mesmo no filme que vi com ela no São Jorge. Uma verdadeira senhora. Fiquei absolutamente rendida.
Talento para dar e vender.
quinta-feira, outubro 25, 2007
On rainy days we go swimming out
Não seria uma experiência nova. Já o fiz. Já nadei debaixo de trovões. Com a chuva a cair na cara e uma sensação fantástica de leveza no corpo.
Hoje, enquanto passava na Marginal, tive muita muita pena que não estivesse a chover. Apetecia tanto.
Hoje, enquanto passava na Marginal, tive muita muita pena que não estivesse a chover. Apetecia tanto.
quarta-feira, outubro 24, 2007
LCx2
Sabedoria. Experiência.
Abanar as estruturas.
Questionar e racionalizar.
Mudar. Aconselhar. Ouvir.
Ao fim de tanto tempo, acabou por ser bom voltar e reter uma frase diferente.
Abanar as estruturas.
Questionar e racionalizar.
Mudar. Aconselhar. Ouvir.
Ao fim de tanto tempo, acabou por ser bom voltar e reter uma frase diferente.
sábado, outubro 20, 2007
Some debts you'll never pay
Tudo perdeu o pouco sentido que algum dia teve.
Fica apenas a recordação das últimas abordagens.
Desnecessárias. Descabidas. Desonestas. Reveladoras.
Fica apenas a recordação das últimas abordagens.
Desnecessárias. Descabidas. Desonestas. Reveladoras.
sexta-feira, outubro 19, 2007
teorias...
Gostamos muito de contabilizar as coisas. Eu pelo menos sou assim. 11 anos disto. Quase dois daquilo. Dois meses desde que… , e por aí fora.
A verdade é que o tempo não interessa assim tanto. Há dores e mágoas que pensamos que vão durar muito tempo e acabam por se desvanecer. Da mesma maneira que tudo o que lhes esta na base se desvanece e perde importância.
Há outras que, mesmo que as tentemos encarar com alguma leveza e numa perspectiva de transitoriedade, parece que se agarram a nós e não largam.
A verdade é que todas elas passam ou pelo menos amenizam. E essa ideia, ainda que em teoria, agrada-me.
A verdade é que o tempo não interessa assim tanto. Há dores e mágoas que pensamos que vão durar muito tempo e acabam por se desvanecer. Da mesma maneira que tudo o que lhes esta na base se desvanece e perde importância.
Há outras que, mesmo que as tentemos encarar com alguma leveza e numa perspectiva de transitoriedade, parece que se agarram a nós e não largam.
A verdade é que todas elas passam ou pelo menos amenizam. E essa ideia, ainda que em teoria, agrada-me.
quinta-feira, outubro 18, 2007
Todos temos...
No topo das escadas, lembro-me de ter pensado que a saia era transparente e de me ter arrependido de a vestir. Lembro-me de ter sentido o cai-cai azul turquesa a vincar o peito e de me ter sentido desconfortável.
Antes de descer, olhei em frente e atingiu-me. No estômago, pois claro.
Ouvia-se isto.
Ficou o meu "guilty pleasure" até hoje.
então?
Nunca vi ao vivo, mas sempre ouvi que tinhas esse dom.
Era impossível não saber que, antes de mais, é uma paixão.
Será que perdeste o entusiasmo?
Não quero acreditar que ainda representa tanto.
Era impossível não saber que, antes de mais, é uma paixão.
Será que perdeste o entusiasmo?
Não quero acreditar que ainda representa tanto.
Para "Lei"
Como te disse, a ideia original ficou em stand by.
Tinha que ser uma coisa discreta.
Poucas palavras mas certeiras, à tua boa maneira.
Hoje serão apenas as óbvias.
Parabéns minha querida!
Tinha que ser uma coisa discreta.
Poucas palavras mas certeiras, à tua boa maneira.
Hoje serão apenas as óbvias.
Parabéns minha querida!
quarta-feira, outubro 17, 2007
Temos pena
É nos gestos mais pequenos que se nota descaradamente. Já não devia ser assim. Já era mais do que tempo. O facto é que está lá a preocupação. A raiva aparente a encobrir tudo o resto.
Há noites em que me sinto verdadeiramente exausta. Em que encosto a cabeça na almofada, crente de que vou fechar os olhos e deixar tudo de lado. Mas rapidamente o corpo ganha uma nova energia. Rapidamente o cansaço se converte em desassossego e começam as caminhadas pelo corredor. Os ataques de fúria alternam com a sensação de corpo dorido. Tudo à flor da pele.
A conversa do outro dia, de sofá para puff e cadeirão, martela-me na cabeça. Tribo. Verdadeiramente e no que tem de pior. E eu só queria mesmo compreender porquê. Para quê.
terça-feira, outubro 16, 2007
segunda-feira, outubro 15, 2007
apenas e somente.
A importância que as pessoas têm na nossa vida revela-se, acima de tudo, no nosso comportamento para com elas.
Seja nos níveis de confiança que depositamos nelas; seja na vontade de estar perto; seja na capacidade de partilhar.
Seja nos níveis de confiança que depositamos nelas; seja na vontade de estar perto; seja na capacidade de partilhar.
domingo, outubro 14, 2007
14 Out.
Há dois anos atrás, num Cartório Notarial da Baixa de Lisboa, assinei a escritura de compra e venda da minha casa.
A casa foi uma paixão assolapada. Quando vim vê-la a primeira vez, não tive dúvidas de que queria aqui viver. Todos os defeitos que lhe iam pondo, eu justificava de alguma maneira.
Depois de a ter comprado, e mesmo antes de me ter mudado para cá, lembro-me de cá ter vindo muitas vezes. Ainda não tinha luz, nem um único móvel. Fazia eco. Parecia enorme. Qualquer coisa servia para estar sentada ou deitada. As toalhas novas que a minha mãe tinha mandado. O edredon. Qualquer coisa.
Mudei-me para cá em Novembro.
Comprei meia dúzia de móveis e a coisa foi-se compondo.
Mais que de objectos, enchi a casa de recordações.
Que a cada instante que passa, saltam dos locais mais improváveis e tornam ainda mais difícil a conquista da tranquilidade que preciso.
A casa foi uma paixão assolapada. Quando vim vê-la a primeira vez, não tive dúvidas de que queria aqui viver. Todos os defeitos que lhe iam pondo, eu justificava de alguma maneira.
Depois de a ter comprado, e mesmo antes de me ter mudado para cá, lembro-me de cá ter vindo muitas vezes. Ainda não tinha luz, nem um único móvel. Fazia eco. Parecia enorme. Qualquer coisa servia para estar sentada ou deitada. As toalhas novas que a minha mãe tinha mandado. O edredon. Qualquer coisa.
Mudei-me para cá em Novembro.
Comprei meia dúzia de móveis e a coisa foi-se compondo.
Mais que de objectos, enchi a casa de recordações.
Que a cada instante que passa, saltam dos locais mais improváveis e tornam ainda mais difícil a conquista da tranquilidade que preciso.
sunday
Depois de ter escrito 10 posts diferentes e de todos acabarem na lixeira, fica apenas a ideia: é domingo e os domingos irritam-me profundamente.
Vou deitar-me em cima da cama e dormir o sono que não dormi durante a noite.
Vou deitar-me em cima da cama e dormir o sono que não dormi durante a noite.
13 Out.
Depois de alguns meses, voltei ao casino.
Poker de Ases e mais uns quantos euros na carteira.
Deve ter sido para comemorar o facto de há 4 anos, neste mesmo dia, ter terminado o curso.
Pois sim...
Poker de Ases e mais uns quantos euros na carteira.
Deve ter sido para comemorar o facto de há 4 anos, neste mesmo dia, ter terminado o curso.
Pois sim...
sexta-feira, outubro 12, 2007
distorção?!?
Não preciso de me esforçar muito para ver as datas a passar na cabeça. Todas elas. Alinhadinhas. Cheias de recordações e de sensações. Carregadas de cheiros.
Parece que foi há tanto tempo.
Parece que foi há tanto tempo.
quinta-feira, outubro 11, 2007
Há dias em que corres com todas a forças que tens e tentas mudar o que efectivamente está na tua disponibilidade. Tentas convencer-te que tudo é uma questão de tempo e que, com calma e paciência, encontrarás o teu rumo. Por instantes sentes mesmo que, num futuro próximo, tudo fará sentido novamente. Mas depois, em três tempo, cais de joelhos e percebes que te enganas a cada dia que passa. E percebes que tudo o que queres verdadeiramente, te escapou.
Io sono stanca
Quando de repente um pensamento menos controlável nos deixa absolutamente tristes mas incapazes de verter uma lágrima, isso significa o quê?
Perdemos a capacidade de acreditar? Ou estamos curados?
quarta-feira, outubro 10, 2007
presque invisible
Cada vez mais, tenho a certeza.
Com a agravante de sentir que as preocupações antigas ganham terreno.
De raro em raro, é possível que apareça. Esbatida. Desfocada.
Com a agravante de sentir que as preocupações antigas ganham terreno.
De raro em raro, é possível que apareça. Esbatida. Desfocada.
terça-feira, outubro 09, 2007
Hoje quando chegar a casa, vou ter a companhia do Peter Pan e da menina Mundo (pelo menos quando saí de manhã ficaram a dormir), vou tomar um grande banho de água a ferver, cozinhar qualquer coisa e ficar no sofá a conversar.
Não vou pensar em nada de trabalho. Não vou pensar na gripe que tenho e que faz com que sinta que apanhei uma tareia. Não vou pensar na franja que já se mete nos olhos. Não vou pensar em nada que me incomode.
E se a coisa correr bem, logo quando me deitar, vou sonhar.
segunda-feira, outubro 08, 2007
pressentimento vs probalilidade
Mesmo que os conceitos não sejam 100% idênticos, a verdade é que na prática acabam por dar os mesmos resultados...
Ainda assim, eu pressinto ou tenho apenas jeito para calcular probabilidades?
Ainda assim, eu pressinto ou tenho apenas jeito para calcular probabilidades?
domingo, outubro 07, 2007
16 m.
Nunca o disse, mas senti o sangue a queimar nas veias.
Senti-me verdadeiramente viva. Pelo momento e pela surpresa.
Senti-me verdadeiramente viva. Pelo momento e pela surpresa.
sexta-feira, outubro 05, 2007
I'm an absolute beginner
Eu agora podia pegar na música do Bowie e dedicar-me a uma grande dissertação acerca do que é isto de ser (ou de me sentir) absolute beginner.
Podia pôr-me para aqui a dizer que a esmagadora maioria das vezes não sei o que fazer perante determinada situação. Podia inclusivamente dizer que raras são as vezes em que concluo que fiz o que era certo. Se bem que o conceito de certo, para mim e nos dias de hoje, cada vez mais é indeterminado. Será certo ceder a impulsos? Será certo controlá-lo contra a minha natureza? Não sei.
Eu não sou uma pessoa especialmente ponderada ou racional. Sei que me guio (ou que me deixo guiar) por outros imperativos. Se são os certos? Também não sei. Sei que muitas vezes me magoo à grande.
Trabalho com uma pessoa que diz uma coisa fantástica: "relativamente às pessoas de quem gostamos, temos o dever de não as aleijar" - eu concordo. Acho que há um dever especial de cuidado. Uma obrigação maior. Acredito que nem sempre tenha cumprido esta obrigação. E em regra acho que as falhas que já tive, foram em relação a quem mais gosta de mim. A segurança do núcleo duro pode ter este efeito perverso de facilitismo. Uma la palissada.
Sei também que, graças aos meus imperativos emocionais, dou por mim a fazer coisas que muita gente acha inexplicável, ou difícil de compreender.
Não sou particularmente rancorosa. Não sou particularmente orgulhosa.
Sou idealista. Por norma acredito nas pessoas, ainda que a minha visão tendencialmente pessimista das coisas permita que as eventuais desilusões que sofra, não sejam verdadeiras surpresas. Sei perfeitamente onde estão as minhas falhas, ainda que nem sempre as admita. Sei perfeitamente as coisas que me movem e as que me são indiferentes. Sei o que deixava para trás sem hesitar. Sei o que me custa abrir mão das coisas que verdadeiramente têm significado. Sou inconstante nos estados de espírito e tenho picos de humor, o que pode dar a sensação de desequilíbrio. Mas acima de tudo, hoje em dia, sei ser sincera comigo.
Bom, mas os absolute beginners falam sem grande conhecimento de causa. E eu não sou excepção. :)
Podia pôr-me para aqui a dizer que a esmagadora maioria das vezes não sei o que fazer perante determinada situação. Podia inclusivamente dizer que raras são as vezes em que concluo que fiz o que era certo. Se bem que o conceito de certo, para mim e nos dias de hoje, cada vez mais é indeterminado. Será certo ceder a impulsos? Será certo controlá-lo contra a minha natureza? Não sei.
Eu não sou uma pessoa especialmente ponderada ou racional. Sei que me guio (ou que me deixo guiar) por outros imperativos. Se são os certos? Também não sei. Sei que muitas vezes me magoo à grande.
Trabalho com uma pessoa que diz uma coisa fantástica: "relativamente às pessoas de quem gostamos, temos o dever de não as aleijar" - eu concordo. Acho que há um dever especial de cuidado. Uma obrigação maior. Acredito que nem sempre tenha cumprido esta obrigação. E em regra acho que as falhas que já tive, foram em relação a quem mais gosta de mim. A segurança do núcleo duro pode ter este efeito perverso de facilitismo. Uma la palissada.
Sei também que, graças aos meus imperativos emocionais, dou por mim a fazer coisas que muita gente acha inexplicável, ou difícil de compreender.
Não sou particularmente rancorosa. Não sou particularmente orgulhosa.
Sou idealista. Por norma acredito nas pessoas, ainda que a minha visão tendencialmente pessimista das coisas permita que as eventuais desilusões que sofra, não sejam verdadeiras surpresas. Sei perfeitamente onde estão as minhas falhas, ainda que nem sempre as admita. Sei perfeitamente as coisas que me movem e as que me são indiferentes. Sei o que deixava para trás sem hesitar. Sei o que me custa abrir mão das coisas que verdadeiramente têm significado. Sou inconstante nos estados de espírito e tenho picos de humor, o que pode dar a sensação de desequilíbrio. Mas acima de tudo, hoje em dia, sei ser sincera comigo.
Bom, mas os absolute beginners falam sem grande conhecimento de causa. E eu não sou excepção. :)
quinta-feira, outubro 04, 2007
3 m de espaço pessoal
Cheguei a chamar-lhe outra coisa.
Cheguei mesmo a rir enquanto me aconchegava a um dos lados.
...one step forward, two steps back...
Haverá compostos mais previsíveis. O meu, naturalmente, não é.
quarta-feira, outubro 03, 2007
saudade
do ant. soedade, soidade, suidade;
Lat. solitate
s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;
(no pl. ) lembranças afectuosas de pessoas ausentes.
Lat. solitate
s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;
(no pl. ) lembranças afectuosas de pessoas ausentes.
shinning...
like stars in the summer night
like stars in the summer night
like stars in the summer night...
terça-feira, outubro 02, 2007
quem mesmo?
... e agora vou até ali ao meu puff ler um bocadinho disto e ver se consigo perceber mais qualquer coisa da natureza humana. Ao som disto.
(..."There's a war going on between my head and my heart"...)
Dá para parar?!?
Obrigada senhores canalizadores, electricistas e carpinteiros.
Obrigada senhoras empregadas domésticas, de lavandarias e engomadorias.
Obrigada senhores dos hipermercados da zona.
Obrigada senhores da telepizza e da pizza hut, de restaurantes indianos e todos os demais de take away.
Obrigada a todos vós. A sério. É sentido, mas dá para parar de entupir a caixa de correio???
No meio do lixo todo, consegui aproveitar ( e imaginem com que felicidade!), a conta do gás, da luz e da Tvcabo...
Obrigada senhoras empregadas domésticas, de lavandarias e engomadorias.
Obrigada senhores dos hipermercados da zona.
Obrigada senhores da telepizza e da pizza hut, de restaurantes indianos e todos os demais de take away.
Obrigada a todos vós. A sério. É sentido, mas dá para parar de entupir a caixa de correio???
No meio do lixo todo, consegui aproveitar ( e imaginem com que felicidade!), a conta do gás, da luz e da Tvcabo...

















