sábado, janeiro 26, 2013
sexta-feira, janeiro 18, 2013
Já referi por aqui que sou altamente permeável ao estado do tempo. À metereologia mesmo. O vento faz-me sonhar; eleva-me o espírito e deixa-me a pairar, quase como espectadora de bancada da minha existência corpórea. O sol aquece-me não só o corpo: enche-me a cabeça de ideias e de esperança. Já a chuva e dias como o de hoje, tiram-me as forças e carregam-me o semblante. São dias propícios a fazer asneiras, a precipitar decisões ou a ceder a impulsos que noutros dias consigo controlar sem esforço.
Há pouco, enquanto procurava fugir a um desses impulsos cujo resultado não preciso antecipar, perdi-me na "minha" livraria online e mandei vir dois livros que há muito ando para ler: as cartas de amor de Fernando Pessoa e Ophélia Queiroz e as cartas da Mariana do Alcoforado.
Parece-me que arranjei maneira de estender o efeito da chuva sobre o humor aos demais dias do ano...


