sexta-feira, janeiro 18, 2013

Já referi por aqui que sou altamente permeável ao estado do tempo. À metereologia mesmo. O vento faz-me sonhar; eleva-me o espírito e deixa-me a pairar, quase como espectadora de bancada da minha existência corpórea. O sol aquece-me não só o corpo: enche-me a cabeça de ideias e de esperança.  Já a chuva e dias como o de hoje, tiram-me as forças e carregam-me o semblante.  São dias propícios a fazer asneiras, a precipitar decisões ou a ceder a impulsos que noutros dias consigo controlar sem esforço.
Há pouco, enquanto procurava fugir a um desses impulsos cujo resultado não preciso antecipar,  perdi-me na "minha" livraria online e mandei vir dois livros que há muito ando para ler: as cartas de amor de Fernando Pessoa e Ophélia Queiroz e as cartas da Mariana do Alcoforado.
 Parece-me que arranjei maneira de estender o efeito da chuva sobre o humor aos demais dias do ano...

5 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

as cartas da Mariana sempre me pareceram apropriadas para si

5:16 p.m.  
Blogger L. disse...

Porque é que isso não me surpreende? :)

11:26 a.m.  
Anonymous Anónimo disse...

arrebatamento?!:)

4:27 p.m.  
Blogger L. disse...

That's the least of my problems! :)

11:47 a.m.  
Anonymous Anónimo disse...

é também a qualidade que mais aprecio:)

5:49 p.m.  

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