terça-feira, outubro 19, 2010

Protège moi

Encontrar mecanismos. Tapar os ouvidos. Fechar os olhos. Cerrar os lábios.

2 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

CB

O teu comentário sobre o luto está excelente.Recomendei a leitura a uma amiga. De facto, temos tantas formas e tão estranhas de acabar uma relação como de a manter. seja ela real ou fantasia. Com um ou com dois parceiros. Baseada na verdade ou na mentira. Entre uma mulher e um homem ou entre duas mulheres. Mais carnal ou mais intelectualizada.
Não tenho feito muitos lutos na minha vida. Sou de paixões em espelho. Amo quem me ama. Pragmática visão da vida. Mas nem sempre coincido em objectivos, em tempos, em formas de expressão com o outro de forma a construir um quotidiano que me satisfaça. E sou dura, muito dura a magoar, a ironizar, a fragilizar quem amo. Depois mergulho em desespero, manifesto ou escondido conforme a importância ou a fase da minha vida. Mas uma coisa tenho a certeza, não passamos indiferentes na vida uns pelos outros e quem magoa, abandona e desaparece no ciber-espaço nem sempre é o "filho da puta" que não tem de fazer o luto como nõs. É apenas alguém tão perdido na vida que já encontra sentido em ser apenas quem é.

Laura C. desde Lisboa

3:31 p.m.  
Anonymous Anónimo disse...

UPPPSSSSS!!!!! Enganei-me!

Queria dizer:

É apenas alguém tão perdido na vida que já não encontra sentido em ser apenas quem é.


Laura C. desde Lisboa

3:34 p.m.  

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