quarta-feira, agosto 26, 2009

Os caminhos cruzam-se por razoes inexplicaveis. Por coincidencias inocentes que se vem a revelar essenciais. Depois, é todo um percurso de pequenos nadas aos quais atribuimos a importancia que entendemos. As interpretaçoes sao viciadas. Ve-se o que se quer ver. Fecham-se os olhos e cruzam-se os braços perante a perspectiva de risco e de desconhecido. Revive-se o passado. Vezes sem conta. O que de mau teve e que nao deixa margem para saudade. Revive-se outro. Pleno de diferentes grandezas e estados de alma. Da oscilaçao constante entre a euforia e a sensaçao de vazio e de silencio forçado... e que à distancia parecem suportaveis.
Completa-se mais um circulo e chega-se ao resultado menos provavel da equaçao: felicidade.
Fortemente suportada por frageis pilares de certeza que acabam por cair por terra ao primeiro abanao.
Inevitavelmente percorrem-se momentos e, inevitavelmente, surge a questao: terà a presença nos momentos mais importantes sido, realmente, o começo do fim?

4 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

Demasiado intelectual ou com lógica demasiado feminina para o meu modesto poder de entender

2:16 a.m.  
Blogger L. disse...

eu iria pela segunda hipotese...;)

10:17 a.m.  
Blogger L. disse...

(apenas a parte da logica...) :)

10:18 a.m.  
Blogger m disse...

gosto.

10:37 a.m.  

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