Inventar
Sábado foi dia de confronto. Comigo. Com o pior e com o melhor de mim.
De tempos a tempos, torna-se imperioso que o faça. E que o faça sempre perante a mesma pessoa. Pela qual sinto uma empatia e confiança tão grandes, que me permitem chegar e oferecer o peito às balas sem medo de tombar ao primeiro ferimento.
De tempos a tempos, torna-se imperioso que o faça. E que o faça sempre perante a mesma pessoa. Pela qual sinto uma empatia e confiança tão grandes, que me permitem chegar e oferecer o peito às balas sem medo de tombar ao primeiro ferimento.
Sou confrontada impiedosamente com aquilo que não gosto ou que na esmagadora maioria das vezes faço de conta que não vejo. A necessidade de crescer; gostar de mim como sou; apreender a confiar (antes de mais em mim, e só depois, consequentemente, nos outros); aprender a arriscar e tomar gosto nisso. Parar de repetir e arriscar inventar.
Fica sempre muito por dizer, muitas palavras que me escapam, tal é o turbilhão de sentimentos que se instala logo ao fim dos primeiros minutos.
São muitas as provocações, as palavras certeiras para as quais nem sempre estou preparada, mas que acabam por ter o efeito positivo de obrigar a mudar. Ou pelo menos de me obrigar a pensar se não valerá a pena optar por caminhos que por comodismo, medo de arriscar ou falta de coragem, não me atrevo a trilhar.
A evolução passa necessariamente por "inventar". Arriscar sem medo de julgamentos, pesos na consciência ou resultados inesperados. Ser capaz de me libertar de todas as correntes e algemas que faço questão de aplicar a mim mesma. Viver a liberdade a que tenho direito.
E ter a consciência de que, se alguma coisa der para o torto, nada me impede de inventar outra vez.

1 Comentários:
Ora, nem mais!
Porque é a inventar que poderemos ser felizes, não a viver presos nas amarras que nós próprios criamos!
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