Il postino
Nem sempre leio os livros mal mos oferecem; mal os compro ou mal os trago para casa.Gosto de, semanas ou meses mais tarde, passar por eles e sentir que de alguma forma me pedem para ser lidos.
O que estou a ler agora estava na minha estante já não sei há quanto tempo. Penso que o terei trazido da biblioteca do meu pai (tenho em mim um pouco de "pilha-livros", segundo ele), e é um clássico que fui sempre adiando. Ora porque estava a reler o que o neurologista recomendou, ora por uma outra série de justificações que agora não consigo precisar. Ontem, já recolhida no vale dos lençois, lembrei-me de voltar à sala e retirá-lo da estante.
Em boa hora. "O carteiro de Pablo Neruda" de Antonio Skármeta é, à semelhança da esmagadora maioria dos autores sul-americanos, viciante desde as primeiras linhas.
A história de Mário Jimenez, um jovem carteiro que tem como única função entregar a correspondência de Pablo Neruda. Com ele aprenderá, graças à poesia e amizade, as até então desconhecidas metáforas do amor. Uma bela lição não só de literatura, mas também da história política chilena.
Agora falta ver o filme...

4 Comentários:
está cá em casa, qdo quiseres...
metaffore!
Ma dai!
Anche tu parli l'italiano??? ;)
piu...
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