segunda-feira, julho 16, 2012

Alive - a ressaca

Este foi para mim um festival sui generis. Não me deixei levar pelo stress (que aliás, sempre detestei) de estar à hora certa, quase em cima das grades, para ver sofregamente os concertos do início ao fim.   Cheguei cedo todos os dias e fui saltitando entre palcos, acompanhando com mais atenção os concertos que efectivamente me interessavam.
Decidi não correr para encontrar pessoas. Acabei por me cruzar com muitas, o que fez deste um fim-de-semana não só de festival mas também de revisitar memórias e mesmo de alargar horizontes. Encontrei pessoas que já não via há anos e de quem pouco ou nada fui sabendo, mas com quem senti o à vontade feito de muitos anos de proximidade e pessoas com quem vou mantendo o contacto que me parece razoável atendendo ao quanto gosto delas e o que significam na minha vida.
A música em si não foi divinal mas não desiludiu.
E eu por momentos fui miúda. Ainda que sem beijo na ponta do nariz.

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