sexta-feira, junho 29, 2012

Um dia, quando for grande, também quero poder virar as costas à responsabilidade e meter-me num avião para ir beber copos e jogar à bola. Ou para ir fazer qualquer outra coisa, igualmente inadiável e/ou susceptível de provocar uma alteração na ordem natural do Universo. Nem que para isso tenha que deixar ao colo dos outros um menino de mais de 7 milhões de euros. Há pessoas que, efectivamente, perdem a graça à medida que lhes vamos conhecendo as manhas. E há outras que até metem dó de tão pequeninas e cobardes que são.
Dias como o de hoje, fazem-me sentir que a minha profissão, de liberal, só tem mesmo o nome.

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