quarta-feira, junho 24, 2009

A coimbrinha que há em mim.

Do alto das sandálias douradas, ligeiramente espartilhada no vestido preto de decote profundo, fingia dançar o tango no meio da rua. O sorriso que lhe ornamentava o rosto servia de fraco disfarce para toda a mágoa que o seu olhar deixava transparecer.
Ainda assim, insistia em permanecer naquela movimentação mecânica, como se o fingimento aparente a libertasse dos pensamentos.

2 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

:) cumplice

10:25 a.m.  
Blogger L. disse...

;)

4:30 p.m.  

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