A menina Judite da Rua do Adro
Uma avó como todos desejariam ter.
Inconvencional, companheira, cúmplice, capaz de acompanhar as várias gerações de netos que os cinco filhos lhe foram dando.
Desses netos eu fui a primeira.
Dos 4 aos 14 anos, foi na casa dela que esperei a hora para ir para a escola, almocei e esperei que os meus pais me fossem buscar ao final da tarde.
Foi uma mulher como há poucas. Apesar de pouco ter estudado, a sua inteligência e perspicácia eram verdadeiramente surpreendentes.
Uma dor que vai muito para além da perda de uma avó. É a perda de uma amiga; com quem se podia falar de todo e qualquer assunto, ao mesmo nível e sem medo de julgamentos ou críticas.
Uma ausência que vai doer o resto da vida.
Desses netos eu fui a primeira.
Dos 4 aos 14 anos, foi na casa dela que esperei a hora para ir para a escola, almocei e esperei que os meus pais me fossem buscar ao final da tarde.
Foi uma mulher como há poucas. Apesar de pouco ter estudado, a sua inteligência e perspicácia eram verdadeiramente surpreendentes.
Uma dor que vai muito para além da perda de uma avó. É a perda de uma amiga; com quem se podia falar de todo e qualquer assunto, ao mesmo nível e sem medo de julgamentos ou críticas.
Uma ausência que vai doer o resto da vida.

1 Comentários:
E uma boa recordação...e uma gratidão...Os que são assim sobrevivem dentro de nós com tudo o que nos deram de bom
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