Estes dias que passei nos Açores foram as minhas primeiras férias sozinha. A primeira vez que me meti num avião sem ter alguém à espera do outro lado.
Ao contrário do que receava, senti tudo de forma muito natural. Souberam-me bem os quase 600 quilómetros que fiz ao longo de toda a ilha de São Miguel. Pude repetir os sítios que mais gostei as vezes que me apeteceram e às horas que quis. Pude caminhar em silêncio sempre que as pernas e a cabeça o pediram.
Comigo seguiu um caderno novo, onde pouco escrevi. O que escrevi mais não é do que um registo cronológico da viagem.
Pensei no que tenho, no que não tenho e naquilo que às vezes acho que gostava de vir a ter. Acima de tudo, vivi os dias de forma natural e conciliadora. Quase como se tivessem servido para fazer as pazes comigo mesma.
Ao contrário do que receava, senti tudo de forma muito natural. Souberam-me bem os quase 600 quilómetros que fiz ao longo de toda a ilha de São Miguel. Pude repetir os sítios que mais gostei as vezes que me apeteceram e às horas que quis. Pude caminhar em silêncio sempre que as pernas e a cabeça o pediram.
Comigo seguiu um caderno novo, onde pouco escrevi. O que escrevi mais não é do que um registo cronológico da viagem.
Pensei no que tenho, no que não tenho e naquilo que às vezes acho que gostava de vir a ter. Acima de tudo, vivi os dias de forma natural e conciliadora. Quase como se tivessem servido para fazer as pazes comigo mesma.

1 Comentários:
parece quase uma incursão fora dos círculos
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