quarta-feira, março 28, 2012

Durante o dia devo escrever se não centenas, dezenas de e-mails. Em regra, voltam a aparecer-me meses mais tarde quando por algum motivo mais ou menos jurídico, sou forçada a repescá-los e verificar ao certo o que foi que disse ou recomendei.
A não ser que o teor seja altamente específico ou esteja associado a algo que tenha implicado mais estudo ou algum susto tipo prazo quase queimado, bacorada que só se viu muito depois de ser tempo de emendar, o certo é que, na esmagadora maioria das vezes, releio os emails sem que me assalte a mínima recordação de os ter escrito.
Isso faz com que questione o motivo pelo qual há outras coisas que me ficam gravadas na cabeça como se fossem tatuagens. Não só palavras, que retenho na memória por tempos infinitos mas os momento em que me foram ditas e o que me fizeram sentir.
A chamada memória selectiva de merda.

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