"Ano é, aproximadamente, o intervalo de tempo que a Terra demora a dar uma volta completa em torno do Sol."
Pode o amor tornar duas pessoas incompatíveis?
Pode um sentimento tão raro e precioso determinar em simultâneo a impossibilidade de convivência?
Se sim, como se arruma depois esse sentimento? O que se faz à sensação de vazio que vai minando por dentro? Que retira as forças e torna tudo desinteressante e monótono, deixando o corpo anestesiado e a cabeça num rodopio de imagens e memórias interminável...
Voltam as imagens dos corpos enleados. Do calor partilhado e da sensação de segurança. As saudades dos dedos longos e das mãos perfeitas. Que me procuravam com ternura e impaciência. Às quais me entregava sem reservas e sem medo. Crente na imutabilidade do amor e na capacidade de regeneração. À espera que as feridas sarassem e de novo se voltasse a sentir a cumplicidade que de início aproximou e transformou em realidade o sonho que ambos havíamos adiado.
Como faço quando a saudade me queimar o peito? Quando precisar de te ver como de ar para respirar? Como esqueço os momentos bons? Forço a memória dos maus para justificar a necessidade da separação?
Pode um sentimento tão raro e precioso determinar em simultâneo a impossibilidade de convivência?
Se sim, como se arruma depois esse sentimento? O que se faz à sensação de vazio que vai minando por dentro? Que retira as forças e torna tudo desinteressante e monótono, deixando o corpo anestesiado e a cabeça num rodopio de imagens e memórias interminável...
Voltam as imagens dos corpos enleados. Do calor partilhado e da sensação de segurança. As saudades dos dedos longos e das mãos perfeitas. Que me procuravam com ternura e impaciência. Às quais me entregava sem reservas e sem medo. Crente na imutabilidade do amor e na capacidade de regeneração. À espera que as feridas sarassem e de novo se voltasse a sentir a cumplicidade que de início aproximou e transformou em realidade o sonho que ambos havíamos adiado.
Como faço quando a saudade me queimar o peito? Quando precisar de te ver como de ar para respirar? Como esqueço os momentos bons? Forço a memória dos maus para justificar a necessidade da separação?
Lisboa, 06.09.2010.

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