Cheio
É o melhor adjectivo para o meu fim-de-semana (que em bom rigor, acabou ontem quando cheguei de Coimbra).
Consegui estar com a família quase toda; visitar a minha avó J., que me "presenteou" com a carta de pedido de namoro, enviada pelo meu avô há quase 60 anos (ainda a sabe todinha de cor); ouvir com atenção as cantigas ao desafio que a minha avó C. cantava na mocidade; começar os dias com pequeno-almoço em família ( o meu pai, passem os anos que passarem, continua a achar muita graça a entrar pé ante pé no meu quarto, puxar o estore da janela e dizer que está na hora), ajudar a minha mãe a decifrar papelada do meu avô; fazer um julgamento a meias com o meu pai e um sozinha ( viva o excesso de alcoól da rapaziada lá da terra!).
O dia terminou bem, depois de mais uns abanões, puxões de orelha e conselhos sábios. Confirmei a união do trio. Muita coisa está diferente. As tostas do Tri já não são iguais. Nós também não. Mas gostei do sorriso franco e simples de despedida da D.Helena, e daquela frase que nós bem conhecemos e faz todo o sentido.
Ia ficando desarmada no final da noite.

0 Comentários:
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial