2 anos depois.

Não há como explicar. Os fascínios são mesmo assim.
Um dia hei-de voltar. Com ou sem companhia.
Sentir o cheiro fantástico da terra depois de uma bela chuvada tropical.
Passear pelo Malécon ou por Havana Centro. Apanhar sol em Varadero (mesmo que seja o que de menos cubano Cuba tem). Percorrer os mercados e comprar colares de sementes.
Ver como os cubanos sobrevivem no meio de tanta dificuldade. Como vendem da maneira que podem, tudo o que podem.
Como bebem rum e fumam charutos. Como riem quando se pede uma Cuba Libre e te dizem ao ouvido: "quieres una mentirita?!?"
Há dois anos pisava pela primeira vez as terras de El Comandante.
Até hoje, uma vontade incrível de voltar.


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