Roupa no estendal. Sempre.
Sexta-feira acordei com um nó na barriga. Alguma coisa me dizia que o dia ia trazer surpresas. Sei que comentei isso mesmo de manhã. O dia foi-se desenrolando normalmente, fiz o que tinha programado, dei as voltas que tinha para dar. À hora de almoço mantinha-se a sensação estranha. Deitei-me um bocado. Tentei descansar. Virei-me na cama umas quantas vezes: de lado, de barriga para baixo, de costas. Estive inquieta. A dado ponto levantei-me e peguei no telémovel. Estava lá o motivo do nó na barriga.
Não pensei nunca foi que estivesse tão perto.

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